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JÓVENES PERIODISTAS EUROACE - JOVENS PERIODISTAS EUROACE
  • 22 de abr de 2019

Os estudantes da nossa escola sempre tiveram interesse em estudar a língua e cultura portuguesa

A maior parte dos nossos alunos começa a aprender esta língua no ensino primário e dada a proximidade com Portugal, muitos viajam com frequência ao país vizinho, contactam com a língua, com a cultura, conhecem espaços de lazer e, inclusivamente, a gastronomia portuguesa faz parte do seu quotidiano

I.E.S. Loustau-Valverde. Valencia de Álcantara

09 noviembre 2018

1.    ¿Qué interés despierta la enseñanza de este idioma?

Tatiana: Os estudantes da  nossa escola sempre tiveram interesse em estudar a língua e cultura portuguesa, já que visitam com frequência o país vizinho, seja por causa das relaçoes pessoais seja por motivos pessoais. De facto, a nossa escola foi a primeira da Extremadura em oferecer o ensino da língua portuguesa como segunda língua estrangeira.

Joana: A maior parte dos nossos alunos começa a aprender esta língua no ensino primário e dada a proximidade com Portugal, muitos viajam com frequência ao país vizinho, contactam com a língua, com a cultura, conhecem espaços de lazer e, inclusivamente, a gastronomia portuguesa faz parte do seu quotidiano. Vão aos restaurantes, supermercados, a casa de familiares e amigos, etc. Para além de tudo isto, existe outro factor muito importante, muitos dos nossos alunos têm ascendência portuguesa. Por tudo isto, a possibilidade de continuarem os seus estudos, no ensino secundário, aprofundando conhecimentos linguísticos é, sem dúvida, do seu interesse, não só por ser uma língua mais fácil, mas também e sobretudo, porque veem na aprendizagem da LP uma mais-valia nas suas carreiras profissionais.

2.    ¿Cuántos alumnos de media por clase?

Tatiana: Temos uns 15 alunos em cada turma de 1º ESO a 2º Bachillerato.

3.    ¿Cómo se estructuran los programas formativos?

Tatiana: Neste caso trabalhamos em conjunto já que somos duas professoras. Joana como leitora do Instituto Camões potencia o ensino desde a perspetiva da oralidade para que os alunos tenham um conhecimento mais próximo da língua e da cultura portuguesa.

Joana: Língua e cultura são indissociáveis, pelo que, trabalhando como um par pedagógico, tudo fazemos para motivar os nossos alunos, não deixando que a língua se sobreponha à cultura ou vice-versa. Apostamos no equilíbrio para manter as nossas aulas atrativas e produtivas.

4.    ¿Cuáles son las prácticas que se realizan?

Tatiana : No nível mais prático realizamos várias visitas de estudo a Portugal. Costumamos visitar diferentes escolas para que os alunos conheçam também a realidade do ensino português.

Dentro da escola também participamos no projeto da Rádio e nas atividades que surgem na biblioteca.

5.    ¿Qué nivel de cercanía tienen con el idioma?

Tatiana: A próximidade não é só geográfica mas também pessoal. Temos muitos alunos lusodescendentes.

Joana: Como já referi anteriormente, a língua portuguesa faz parte do seu quotidiano, é para muitos língua de herança e até segunda língua. Estamos numa zona fronteiriça onde sempre se estabeleceram fortes relações comerciais e isso traduz-se no conhecimento mútuo entre as populações de ambos os países.

6.    ¿Qué es lo que más les gusta del aprendizaje?

Tatiana: A possibilidade de praticar com facilidade os conteúdos que aprenderam na aula

Joana: A proximidade linguística, português e espanhol são duas línguas próximas, o que leva os alunos a considerarem que a sua aprendizagem é mais fácil.

7.    ¿Qué les cuesta más?

Tatiana: Usar a língua portuguesa na sala de aula e perder a vergonha.

Joana: Falar, sem dúvida. Têm uma excelente compreensão oral e escrita, porém, falar noutros idiomas tem sido o problema principal dos alunos espanhóis, em geral e não apenas dos nossos. O povo português é mais atrevido e está habituado a receber falando a língua do visitante, o que também tem a sua parte negativa, já que na sua tentativa de receber bem e facilitar a comunicação, não permite, muitas vezes, que o outro se exprima em língua portuguesa. Os nossos alunos queixam-se e têm a sua razão quando dizem que até tentam falar português sempre que vão a Portugal mas os portugueses não deixam, começam logo a falar espanhol, bem ou mal.

 

8.    ¿Qué necesidades tienen?

Tatiana: Fazer mais projetos conjuntamente com Portugal. É uma sorte termos este tipo de projetos

Joana: Têm, sobretudo, que investir mais na oralidade e sentir necessidade de usar o que aprendem mas aulas. Ser uma língua próxima também tem as suas desvantagens e neste caso, o facto de se entenderem, falando cada um a sua língua, leva a que muitas vezes, os alunos se acomodem.

 

9.    ¿Encuentran dificultades a la hora de la enseñanza?

Tatiana: Não. Sempre tivemos a ajuda e a participação da nossa escola e da Câmara Municipal de Valência de Alcântara.

Joana: Não. Temos condições favoráveis e sentimo-nos apoiadas por parte das entidades responsáveis pela Educação, tanto locais como regionais.

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